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RÁDIO / DESTAQUE DA PROGRAMAÇÃO
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11/10/2018 | 22:33
O Rádio perdeu um dos seus grandes nomes. Jonas Vieira, 83 anos, faleceu no dia 5 de outubro. Começou a carreira jornalística aos 16 anos como revisor dos jornais Gazeta de Notícias e O Povo, de Fortaleza. Em 1954, começou a dar aulas de inglês no Instituto Brasil-Estados Unidos na mesma cidade. Em 1955, passou a atuar como assistente de produção de programas da Ceará Rádio Clube. Três anos depois, deixou o magistério e ingressou definitivamente no jornalismo como cronista de rádio do Jornal Unitário e como repórter do jornal Correio do Ceará, ambos da cadeia dos Diários Associados. Em 1959, mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a trabalhar como repórter dos jornais O Dia e A Notícia além de ser também tradutor para as revistas O Cruzeiro e Detetive. Em 1960, foi trabalhar como repórter dos jornais O Jornal e Diário da Noite. No ano seguinte, passou a atuar na agência de notícias Associeted Press. Em 1962, transferiu-se como repórter para o jornal Última Hora no qual permaneceu por seis anos. Em 1969, tornou-se redator da agência de notícias Reuters. Em 1970, retornou para os jornais O Dia e A Notícia. Seis anos depois, passou a ser redator da agência de notícias JB. Em 1980, tornou-se subeditor da agência O Globo. Em 1982, ingressou aqui na Rádio Roquette Pinto como redator e apresentador. Em 1985, transferiu-se para a Rádio Nacional. Foi produtor do Programa César de Alencar e redator de jornais falados. Nesse ano, editou o livro "Orlando Silva, o cantor das multidões" que foi premiado pela Funarte. Em 1987, passou a ser redator do Jornal dos Sports, lá permanecendopor três anos. Em 1990, ingressou como pauteiro e redator do jornal O Povo. Em 1991, assinou contrato como pauteiro com as Rádios CBN e Globo. Em 1992, editou com Natalício Norberto o livro "Herivelto Martins: Uma escola de samba". Em 1995, foi contrtado pela Rádio Tupi na qual trabalhou por quatro anos como editor de jornais falados. Editou ainda o livro "César de Alencar, a voz que abalou o Rádio". Escreveu também os livros, ainda inéditos, "Gonzagão e Gonzaguinha, duas vidas" e "Francisco Carlos, ídolo do Rádio e do Cinema". Em 2004, relançou ampliado e revisto, o livro "Orlando Silva, o cantor das multidões", agora prefaciado por Ricardo Cravo Albin. Este livro, aliás, serviu como fonte única para a pesquisa por ele empreendida por solicitação da peça "Orlando Silva", encenado no Teatro Baden Powell com grande sucesso a partir do 1º sucesso de 2004. Em 2011, pela série Aplauso lançou a biografia do cantor Francisco Carlos, conhecido como "El broto". Em 2012, lançou juntamente com o jornalista Simon Khoury, o livro "Gonzagão e Gonzaguinha - Encontros e desencontros". A obra foi lançada no saguão da Rádio Nacional no Rio de Janeiro.
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