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RÁDIO / PRESIDENTE
Presidente Eliana Caruso
Eliana Caruso
Bacharel em Letras e Literatura, com curso de pós-graduação em Comunicação, Eliana Caruso é aposentada da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

Trabalhou na Casa França-Brasil, no Museu da Imagem e do Som, responsável pela programação cultural; no Paço Imperial, desenvolvendo projetos culturais e na Secretaria de Estado de Justiça, onde coordenou, junto com o IBGE, o 1º Censo Penitenciário do Estado e implantou projetos educativos.

No Instituto Pereira Passos, dirigiu o Núcleo de Editoração e Programação Visual.

Esteve no comando do Museu do Telephone e da Casa de Cultura Laura Alvim, onde implementou mudanças significativas.

Sua gestão no Museu do Telephone foi caracterizada pela reestruturação do espaço, transformando-o no Centro Cultural Museu do Telephone, implantando o Centro de Documentação e o Teatro Estação Beira-Mar. Dinamizou a programação (peças teatrais, vídeos, debates etc), e criou o programa “Peça no Museu”, inaugurado com o espetáculo Tudo por um Fio, escrita especialmente por Maria Clara Machado e Cacá Mourthé para o centro cultural.Durante esse período, também dirigiu o setor de Comunicação Social da Empresa de Telecomunicações do Rio de Janeiro (Telerj), coordenando as áreas de imprensa, publicidade, patrocínio, marketing e evento.

Na Casa de Cultural Laura Alvim foi responsável pela instalação de novas salas de cinemas , em parceria com o Grupo Estação; e da livraria Dona Laura em parceria com a Editora Desiderata. Reformulou e ampliou a programação, abrindo para shows musicais, apresentação de grupos jovens de teatro e realização de debates; retomou projetos da Casa como o Salão Carioca de Humor, que estava interrompido, onde realizou o Festival Estadual de Esquetes, incentivando o surgimento de novos autores, atores e diretores. Durante as 4 edições do Salão apresentou, 40 espetáculos teatrais, 20 exposições, além de palestras e debates.

Nesse período publicou a coleção Pif Paf, Quarenta Anos Depois Anos Depois, de Millôr Fernandes, apontada como um dos destaques da XII Bienal do Livro do Rio de Janeiro 2005 pela Associação Brasileira dos Designers Gráficos, que lhe concedeu a Menção ADG Brasil pela recuperação, reedição e publicação de uma obra pioneira na renovação da imprensa Brasileira nos anos de 1960. A Coleção recebeu em São Paulo o Prêmio HQ Mix por melhor publicação no ano de 2005.

Com Cacá Mourthé escreveu a peça “Número Faz Favor”, um musical infantil que conta a história da telefonia, recebendo indicação para os prêmios Mambembe e Coca-Cola.

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